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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Cuidados com as mudanças de clima.



O clima brasileiro é bastante variado. Na mesma época em que parte da população convive com o calor e o sol forte, várias pessoas de outras regiões estão passando por períodos de chuva e excesso de umidade. É preciso ficar atento às mudanças de clima, manter-se sempre hidratado e ter uma alimentação saudável para evitar doenças. Saiba mais no vídeo da #TVSaúde.
Posted by Ministério da Saúde on Quarta, 4 de novembro de 2015

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Organização afirma que 2011 foi o ano de La Niña mais quente

Organização Meteorológica Mundial divulga estudo que mostra que 2011 está entre os dez anos mais quentes já registrados

iG São Paulo | 29/11/2011 12:29

Foto: Reuters
Subsecretário-geral da OMM, Jeremiah Lengoasa, apresenta dados do relatório durante COP-17, em Durban
A temperatura global em 2011 foi a mais alta da história em anos de la Niña, que geralmente sofrem influência de resfriamento. O ano também está entre os dez com maior temperatura desde que as medições começaram a ser realizadas em 1850. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (29) pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), na 17ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP17) na cidade sul-africana de Durban.
"Nossos dados científicos são sólidos, demonstram que o mundo está se aquecendo e que este aumento de temperatura é atribuído às atividades humanas", afirmou em comunicado o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud.
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De acordo com o cálculo provisório da organização, durante 2011 (entre janeiro e outubro) a temperatura do ar na superfície da Terra e do mar se situou em 0,41 graus centígrados acima da média anual do período entre 1961 e 1990.
"Este é o 10º ano mais quente desde que começaram os registros em 1850", ressalta o documento. Além disso, o período 2002-2011 se iguala ao 2001-2010 como a década mais quente registrada até o momento, com 0,46 graus centígrados de aumento de temperatura.
Veja os infográficos:
Como acontece o aquecimento global
Quem são os maiores emissores


Baseado nestes números, o subsecretário-geral da OMM, Jeremiah Lengoasa, disse durante a apresentação do relatório que "a mudança climática é real" e que "as temperaturas continuarão subindo". Já Jarraud destacou que "a concentração de gases do efeito estufa na atmosfera alcançou novos máximos".
"Essa concentração está se aproximando muito rapidamente de níveis que poderiam refletir um aumento de 2 a 2,4 graus centígrados na temperatura média mundial, o que de acordo com os cientistas, poderia desencadear mudanças irreversíveis e de amplo alcance em nosso planeta, assim como em nossa biosfera e oceanos", acrescentou.
A versão final do texto, referente aos primeiros dez meses de 2011, será publicada em março, uma vez seja conhecida a evolução da temperatura em novembro e dezembro deste ano.
O relatório da Organização Meteorológica Mundial se baseia em dados procedentes de estações de estudo do clima, navios, boias e satélites.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Siberianos sobrevivem a temperaturas de 60 graus negativos


Addam Mynott
Quando Mynott chegou à Sibéria, a temperatura era de 32ºC negativos, considerada amena pelos moradores
Moradores do leste da Sibéria sobrevivem a temperaturas de até 60 graus negativos em um dos lugares mais frios do planeta.
A BBC iniciou uma série na qual o jornalista Adam Mynott visita o local mais frio e o mais quente do mundo, a Mundo de Extremos, para mostrar como as populações sobrevivem em condições tão difíceis. E este é o relato de sua visita a um dos locais mais gelados do mundo.
Logo na chegada, ao descer em Yakutsk, no leste da Sibéria, em um avião vindo de Moscou, a temperatura que encontra o visitante já é de 32 graus negativos, considerada até suave pelos moradores da região.
Um dos traços característicos de Yakutsk, capital regional da província de Sakha, são os prédios, que parecem preparados para uma grande enchente: todos eles foram construídos em estacas de concreto e aço, suspensos a 2 metros acima do chão.
Mas, Valentin Spector, um dos pesquisadores do Instituto Permafrost, explicou ao repórter da BBC que os prédios suspensos não têm nada a ver com enchentes.
Segundo Spector, durante o verão, as temperaturas podem chegar a mais de 40 graus. A camada de cima do chão, congelada, se aquece e descongela e, em alguns lugares, a uma profundidade de um metro, em outras, pode chegar a três metros.
Esta "camada ativa", como é chamada por Spector, é muito instável e, a não ser que as fundações dos prédios sejam fincadas firmemente na camada de permafrost (camada do solo permanentemente congelada) logo abaixo, o movimento desta primeira camada faria com que os prédios desabassem.
Spector afirma ainda 65% da Rússia está localizada em permafrost e, em alguns lugares da Sibéria, o solo congelado tem profundidade de até 1,5 mil metros.
Covas
No dia seguinte, voamos até Ust-Nera, uma cidade ao norte de Yakutsk, já dentro do Círculo Ártico e em meio a montanhas. A temperatura caiu outros dez graus e chegou a 42 negativos.
No caminho entre a cidade e o aeroporto viajava também um comboio de carros que participavam de um funeral. E aí está outro problema para os que vivem na região de permafrost: como sepultar os mortos no inverno.
São necessários dois ou três dias para fazer uma cova no solo congelado.
Os moradores da região acendem uma fogueira e o carvão é colocado nas chamas. Depois de algumas horas, o carvão é colocado de lado e os 15 centímetros de solo descongelado pelo calor das chamas é cavado e retirado. Os pedaços de carvão quente então são colocados de volta no buraco e o processo começa novamente até que a cova tenha dois metros de profundidade.
Casacos
No inverno ninguém sai de casa a não ser que seja absolutamente necessário.
Sibéria
Durante o inverno, há poucas horas de sol durante o dia
Quando alguém precisa sair para ir a uma loja, para a escola ou trabalho, a pessoa precisa usar muitos agasalhos, e os chapéus e longos casacos de pele são uma visão comum na região.
No entanto, um casaco de pele longo custa mais de US$ 1550 (cerca de R$ 2660), muito além do que as pessoas podem comprar, pois o salário médio na região é equivalente a US$ 600 (cerca de R$ 1030).
Mas os bancos locais fazem financiamentos de casacos.
Ao chegar, sem um bom chapéu para enfrentar o frio, recebi a informação de que o único que serviria seria um de pele. Mas, como não queria ser responsável pela morte de um coelho ou de uma raposa do Ártico, e pelo fato de chapéus de pele verdadeira serem caros, optei pelo chapéu de pele falsa.
Esta decisão gerou a desaprovação do guia do governo que me acompanhava. "Hum, Greenpeace", disse.
Gulag
A cidade de Ust- Nera começou como um pequeno assentamento, depois que geólogos descobriram ouro e outros minerais na região em 1937.
O líder soviétivo Joseph Stalin enviou muitos dos chamados "inimigos do Estado" para a região, dezenas de milhares de prisioneiros políticos, para trabalhar nos gulags, como eram chamados os campos de trabalho forçado, para extrair o ouro e outros mineirais.
Mikhail Ivanov é um dos poucos trabalhadores do gulag sobreviventes. O acadêmico e historiador tem um apartamento em Yakutsk e conta que seu único crime foi elogiar os textos de um morador de Yakut, acusado de ser nacionalista e, por isso, ele foi enviado ao gulag.
"Se eu levasse 25 carrinhos de mão cheios de carvão até a superfície, eu receberia dois pratos de mingau. Se eu não conseguisse os 25, receberia apenas um", afirmou.
As minas ainda estão operando, sob outro regime de trabalho. Agora, os salários pagos atraem mineiros de toda a Rússia.
É a mineração que sustenta a economia neste ambiente gelado. Sem as minas, a cidade de Oymyakon, que é o lugar habitado mais frio da Terra, seria povoado apenas por pastores de renas.
Na mina de ouro de Badran, a temperatura na superfície era de 45 graus negativos.
Andrei Dubov, que trabalhava na mina por uma década, afirmou que o frio não é um problema.
"Me agasalho e é seco. Então é um clima muito melhor do que em muitas outras partes da Rússa", afirmou. Ele afirmou que a temperatura mais gelada que pode se lembrar foi de 63 graus negativos.
"Provavelmente era mais frio, mas o termômetro ia apenas até 63 graus negativos", disse.
Congelamento
A temperatura mais baixa que enfrentei em meus dias na Sibéria foi de 53 graus negativos, tão frio que depois de poucos minutos fora de casa, a pele exposta ao frio começava a doer, as superfícies úmidas em minhas narinas congelavam, e dedos das mãos e dos pés ficavam muito gelados rapidamente, apesar das três camadas grossas de meias e dois pares de luvas.
O cabo flexível do microfone também ficou rígido e fui avisado que, se tentasse dobrar o cabo, ele provavelmente iria partir.
Mas, apesar de todas as dificuldades os moradores de Ust-Nera não pretendem ir embora. Como é o caso da família Vadreyev, todos nascidos na cidade.
"Claro que temos que nos agasalhar muito. Em outras partes da Rússia você pode só vestir um casaco e sair, aqui é preciso muito mais tempo para nos vestir. Mas estamos acostumados com isso, Este é nosso lar", afirmou Martina Vadreyev enquanto vestia sua filha Maria com um casaco de pele.
E foram as duas para o frio de 52 graus negativos. E em queda.

BBC mostra como é a vida no calor saariano



Você é calorento(a)?

Você já esteve num lugar tão quente?


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BBC mostra como é a vida no frio extremo



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