quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Domínio de idioma estrangeiro aumenta salário em até 51%, diz pesquisa

Inglês + Espanhol = Salário diferenciado


Um estudo salarial realizado pela Catho, empresa de currículos e vagas on-line, revelou que o grau de conhecimento em um idioma estrangeiro pode aumentar o salário em até 51,89%.

O levantamento foi feito analisando remunerações de 2.444 cargos em 19 mil empresas de todo o Brasil. Ele comparou diferentes níveis hierárquicos e graus de fluência na língua inglesa e espanhola para observar o comportamento salarial.

A maior diferença foi constatada nos cargos de supervisão com o idioma inglês. Um profissional que é fluente tem remuneração média de R$ 4.759, enquanto um que não fala recebe R$ 3.133,26. A segunda maior discrepância foi entre funcionários júnior/pleno/sênior, com variação de 51,37%.
Na fluência da língua espanhola, os cargos de supervisão novamente foram os mais afetados, sendo encontrada variação de 23,82% entre os fluentes e os que não falam.

Para o diretor de marketing da Catho, Luís Testa, a pesquisa comprova que falar um idioma estrangeiro é mais que uma necessidade técnica, é uma maneira de negociar uma remuneração diferenciada.

"Quem domina várias línguas é bem percebido pelo mercado e não corre o risco de perder oportunidades por uma competência que já é esperada", afirma. Segundo ele, quem falava inglês tinha um grande diferencial no currículo, mas hoje ele é obrigatório, sendo desejável ainda um segundo idioma como o espanhol.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Abandono escolar espanhol


La tasa de abandono educativo temprano baja al 22,7% en España

La media española de alumnos que se van tras la enseñanza obligatoria dobla a la de Europa

Más de 790.000 estudiantes se matriculan en Formación Profesional

Archivado en:

Alumno de Formación Profesional en un instituto madrileño. / CARLOS ROSILLO
La tasa de abandono educativo temprano ha bajado cuatro puntos en España en tres años. El último dato disponible sitúa esta tasa en el 22, 7% en los primeros meses de 2014, según los datos facilitados este jueves por la secretaria de Estado de Educación, Montserrat Gomendio.La cifra mejora pero pero sigue siendo la peor de la UE.
De hecho, España dobla la media de la Unión Europea (11%) en esta tasa que mide el porcentaje de alumnos que dejan los estudios tras acabar la enseñanza obligatoria. Gomendio ha señalado que está subiendo de manera "sustancial"  la matriculación en la Formación Profesional (FP) en los últimos dos años. El Ministerio de Educación estima un salto de 610.860 alumnos matriculados en el curso 2011-2012 a 793.034 en que empieza ahora, casi un 30% más.

MÁS INFORMACIÓN

Gomendio ha señalado que el abandono educativo es la "ineficiencia más importante" del sistema educativo español, si bien ha mejorado en los dos últimos años. La secretaria de Estado considera que lo "particularmente sangrante" de este dato es que está relacionado con los alumnos de entornos económicos "más desfavorecidos".
 El Ministerio considera que la Ley Orgánica para la Mejora de la Calidad Educativa (Lomce) va a "dinamizar y modernizar" la Formación Profesional para combatir la tasa de abandono. La conocida como Ley Wert llega este año a las aulas en los cursos impares de primaria (primero, tercero y quinto) y en la Formación Profesional Básica, que sustituye a los Programas de Cualificación Profesional Inicial (PCPI), dirigidos a aquellos estudiantes con más dificultades para acabar la enseñanza obligatoria.
La secretaria de Estado ha vinculado la bajada de 3,8 puntos del abandono al aumento de la matriculación en la Formación Profesional y no con la crisis. Gomendio sostiene que "el mensaje" del actual ministerio "ha calado en las familias" por su "potentísimo valor como vía de acceso al mercado laboral".
Los directores de instituto, sin embargo, vinculan esta evolución directamente con la crisis como ya hicieorn los distintos expertos consultados sobre este periódico para explicar por qué había aumentado el porcentaje de ninis (jóvenes de 15a 29 años que ni estudian ni trabajan), según los últimos datos de la OCDE. "Todo está relacionado con la crisis y con el paro. La explicación es que, como no hay trabajo, la gente estudia más", señala Alberto Arriazu, presidente de Fedadi, la federación de asociaciones de directores de instituto.
Arriazu sostiene, además, que la Formación Profesional Básica que pondrá en marcha el Ministerio este curso "no ayudará necesariamente" ni a mejorar el abandono ni a mejorar las posibilidades laborales de sus alumnos. "Los titulados de la FP básica obtienen una cualificación muy baja que provocará que tengan muchas dificultades para encontrar un empleo".

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

Micro e pequenas empresas contratam mais

Mais de 85% das vagas com carteira assinada são geradas em negócios com até 4 funcionários. Publicada em: 02/03/2012


As micro e pequenas empresas empregaram mais em janeiro deste ano. Foto: Mundo das Tribos R7.
Um levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) revelou que elas abriram, em janeiro, 102.111 novos postos de trabalho. O estudo foi feito com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e do Ministério do Trabalho e emprego (MTE).

Isso significa que as micro e pequenas empresas (MPEs) foram responsáveis por alavancar a geração de emprego no país, respondendo por 85,9% do total de 118.895 postos formais criados no primeiro mês do ano, sendo que o setor de serviços empregaram quase metade deste total. No mesmo mês de 2011, o percentual foi de 69%.

De acordo com o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, esse aumento na participação das MPEs na geração de emprego confirma a expectativa de crescimento do setor, decorrente da ascensão da renda, do crédito e do consumo da população.

O diretor do Sebrae acrescentou que esse resultado também mostra o fortalecimento da atividade econômica no Brasil, principalmente no setor de serviços. Segundo ele, essa tendência deve continuar por um tempo, a partir das oportunidades criadas pela preparação do mercado para os grandes eventos esportivos dos próximos anos, a melhoria na renda da classe média e o aumento no turismo brasileiro.

São consideradas MPEs os negócios que possuem até 99 empregados. Dessas, aquelas que têm de 5 a 99 funcionários (classificadas como pequenas) fecharam muitas vagas, ao contrário dos empreendimentos com até 4, que geraram mais empregos. Os dois grupos juntos somaram 80,3% das vagas com carteira em janeiro. Aquelas com 100 até 499 funcionários contrataram 6,3% e as com mais de 500, 13,4%.